Vento constante na rampa do Pesque e Pague. Parecia que iria rolar mais um prego pra mim no final do dia. Os pilotos que saíram mais cedo para voar conseguiram excelentes voos mesmo sendo lá. Inclusive o Beto que conseguiu subir muito e resolveu pousar dentro de Itabira. O jeito foi ficar comendo carne e batendo papo com a turma.
Interessante um comentário que o Vicente fez e que faz parte da minha explicação quando alguém me pergunta o motivo de ter feito o curso em Itabira. Ele disse: Aqui na rampa de Itabira só tem gente boa e quem entra é gente boa. Realmente a turma é muito gente boa. Tem sempre alguém disposto a ajudar. Eu sou prova disso. Quase todo mundo ou me ajudou a levantar voo ou a pousar.O vento deu uma calada e nem soprando atravessado na rampa principal estava mais. Foi quando mestre Flávio falou que o vento ia mudar para rampa principal. Confesso que tive as minhas dúvidas e já estava me convencendo que iria fazer mais um prego. Alguns tentaram sair, mais ficaram somente no prego.
Como diz o Wilson: se for pra fazer prego é melhor esperar o final do dia. Vai que o tempo melhora e você já está na área de pouso.
E não é que começou a ter vento na rampa principal e mantendo o pessoal no lift. O primeiro a sair foi o Nilson. Quando a gente percebeu que ele não estava só se mantendo, mas também subindo. Foi saindo um atrás do outro. Esperei o Flávio voltar para a rampa e autorizar a saída.
Após a autorização fui igual o The Flash. Peguei o equipamento correndo, fiz os engates, revisão, controle, corrida e voo.
Quando cheguei no ponto em que o pessoal tinha conseguido ganhar bastante altura a térmica acabou. Consegui pegar apenas o finalzinho dela. Tô muito azarado mesmo. Acho que fiquei pelo menos a metade da altura que o resto do pessoal conseguiu chegar. Mesmo assim foi o mais alto que já consegui ficar em Itabira.
Quando todo mundo começou a perder altura foi aquela confusão em cima da rampa. Por isso me posicionei mais longe da rampa e consegui permanecer bastante tempo voando, mas para isso tive que ficar mais perto do morro para conseguir sustentação.
Ainda tenho muito receio de ficar nesses lugares onde ficam muitos pilotos juntos. Qualquer erro pode acabar causando um acidente e você não sabe se todo mundo vai respeitar as regras de tráfego. Prefiro ficar longe e se por acaso perder altura vou para o pouso, mas com todos os dentes e ossos inteiros. :-)Acho que fiquei no mínimo uns 40 minutos no lift. Pra quem achava que ia fazer um prego tá excelente.
Pela primeira vez direcionei o pouso para o Pouso das Cobras. O pessoal sempre me falou que a área é tranquila, mas como não conhecia e tinha mais prática na escolinha sempre ia para o alto da escolinha. E realmente o local é muito tranquilo. Não tem muito vento e você pode escolher a direção que quer pousar. Consegui pousar com tranquilidade.
Fomos resgatado pela a minha digníssima esposa. Que além de fazer a farofa do churrasco muito bem, também sempre nos resgata na área de pouso.
É por isso que não deixo ela fazer aula de parapente. Vou perder o meu resgate se ela começar a voar. Te amo sua linda.... ;-)De resto foi bater um papo com a galera no mata burro e pedir ao Mestre Flávio que libere o voo mais cedo.
Já estou torrando a paciência dele com essa história de sair para voo mais cedo, mas como eu já tenho o não dele, não custa tentar. Valeu Mestre. Sei que você vai liberar os próximos passo quando achar que a gente está pronto. Só espero que não demore. :-)
Local: Rampa Itabira - Principal
Quantidade de voo: 1
Tempo de voo: 40 minutos
Pouso: 100%
Total
Quantidade de voo: 11
Tempo de voo: 2 hora e 33 minutos











