domingo, 17 de fevereiro de 2013

Décimo Primeiro Voo

Esse dia foi muito bacana. Fizemos um churrascão na rampa de Itabira e foi uma galera muito massa para essa confraternização. Conheci um monte de gente nova. Inclusive pessoas que voam em Itabira, mas que tinha tempo que não ia.

Vento constante na rampa do Pesque e Pague. Parecia que iria rolar mais um prego pra mim no final do dia. Os pilotos que saíram mais cedo para voar conseguiram excelentes voos mesmo sendo lá. Inclusive o Beto que conseguiu subir muito e resolveu pousar dentro de Itabira. O jeito foi ficar comendo carne e batendo papo com a turma.
Interessante um comentário que o Vicente fez e que faz parte da minha explicação quando alguém me pergunta o motivo de ter feito o curso em Itabira. Ele disse: Aqui na rampa de Itabira só tem gente boa e quem entra é gente boa. Realmente a turma é muito gente boa. Tem sempre alguém disposto a ajudar. Eu sou prova disso. Quase todo mundo ou me ajudou a levantar voo ou a pousar.
O vento deu uma calada e nem soprando atravessado na rampa principal estava mais. Foi quando mestre Flávio falou que o vento ia mudar para rampa principal. Confesso que tive as minhas dúvidas e já estava me convencendo que iria fazer mais um prego. Alguns tentaram sair, mais ficaram somente no prego.

Como diz o Wilson: se for pra fazer prego é melhor esperar o final do dia. Vai que o tempo melhora e você já está na área de pouso.

E não é que começou a ter vento na rampa principal e mantendo o pessoal no lift. O primeiro a sair foi o Nilson. Quando a gente percebeu que ele não estava só se mantendo, mas também subindo. Foi saindo um atrás do outro. Esperei o Flávio voltar para a rampa e autorizar a saída.

Após a autorização fui igual o The Flash. Peguei o equipamento correndo, fiz os engates, revisão, controle, corrida e voo.

Quando cheguei no ponto em que o pessoal tinha conseguido ganhar bastante altura a térmica acabou. Consegui pegar apenas o finalzinho dela. Tô muito azarado mesmo. Acho que fiquei pelo menos a metade da altura que o resto do pessoal conseguiu chegar. Mesmo assim foi o mais alto que já consegui ficar em Itabira. 

Quando todo mundo começou a perder altura foi aquela confusão em cima da rampa. Por isso me posicionei mais longe da rampa e consegui permanecer bastante tempo voando, mas para isso tive que ficar mais perto do morro para conseguir sustentação.
Ainda tenho muito receio de ficar nesses lugares onde ficam muitos pilotos juntos. Qualquer erro pode acabar causando um acidente e você não sabe se todo mundo vai respeitar as regras de tráfego. Prefiro ficar longe e se por acaso perder altura vou para o pouso, mas com todos os dentes e ossos inteiros. :-)
Acho que fiquei no mínimo uns 40 minutos no lift. Pra quem achava que ia fazer um prego tá excelente.

Pela primeira vez direcionei o pouso para o Pouso das Cobras. O pessoal sempre me falou que a área é tranquila, mas como não conhecia e tinha mais prática na escolinha sempre ia para o alto da escolinha. E realmente o local é muito tranquilo. Não tem muito vento e você pode escolher a direção que quer pousar. Consegui pousar com tranquilidade.

Fomos resgatado pela a minha digníssima esposa. Que além de fazer a farofa do churrasco muito bem, também sempre nos resgata na área de pouso.
É por isso que não deixo ela fazer aula de parapente. Vou perder o meu resgate se ela começar a voar. Te amo sua linda.... ;-)
De resto foi bater um papo com a galera no mata burro e pedir ao Mestre Flávio que libere o voo mais cedo. 
Já estou torrando a paciência dele com essa história de sair para voo mais cedo, mas como eu já tenho o não dele, não custa tentar. Valeu Mestre. Sei que você vai liberar os próximos passo quando achar que a gente está pronto. Só espero que não demore. :-)

Local: Rampa Itabira - Principal
Quantidade de voo: 1
Tempo de voo: 40 minutos
Pouso: 100%

Total
Quantidade de voo: 11
Tempo de voo: 2 hora e 33 minutos

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Décimo Voo

Acho que não poderia ser melhor. Comemorar o meu décimo voo de rampa conhecendo um lugar bonito como Cachoeira Alta - Ipoema.

Acordamos cedo, compramos alguns mantimentos e fomos para Ipoema. Lá esperamos a turma que estava vindo de Itabira para continuar a viagem e era uma galera boa.

Chegando em um lugar próximo a Cachoeira Alta, montamos acampamento e fomos jogar conversa fora e depois treinar controle no campo de futebol. Campo que seria uma das áreas de pouso disponível na região.

Mestre Flávio foi dando alguns toque na hora do controle de vela. Consegui treinar bastante controle, sair do chão em alguns momentos e até ser arrastado com vela e tudo. :-)
É interessante ver pessoas como o Ronaldo que sempre que pode fica treinando controle. Me lembro de quando ainda estava na escolinha e ele aparecia para treinar. Mostra que mesmo o pessoal que pratica o esporte a mais tempo sempre procura aprimorar mais a técnica.
Após a chegada o resto da turma, fomos para a Cachoeira Alta. Lá deixamos  no restaurante uma parte da turma que não iria voar e o resto foi para a rampa. A vista lá da rampa é fora do normal. De lá é possível ver além de parte da cachoeira, é possível ver a Serra do Caraça.

Ainda cedo a turma começou a sair para o voo e cada um que saía era um voo mais bonito que o outro. Onde o mais bonito do dia foi realizado pelo o Sergio. O único que não conseguiu muita coisa foi o Nilson que dessa vez direcionou para o lado errado e fez praticamente um prego.

Por volta das 16:00 o Mestre Flávio liberou para o meu voo. Fiz o ritual de sempre. Engate, revisão das conexões e linhas, controle da vela e corrida.

Com receio de fazer um prego direcionei para onde a turma tinha ganhado altura nas térmicas. Não achei nada. Então direcionei para a área de pouso onde o resto da turma tinha pousado. Chegando lá consegui pegar algumas térmicas e ficar brincando um pouco. Cheguei a ter a impressão de ficar numa altura próxima a que tinha saído da rampa.
Como o pessoal já tinha me informado que balançava bastante nas térmicas, ficava esperando balançar para tentar ficar em uma. Consegui ficar por mais tempo voando mesmo longe da rampa. Gostei muito da experiência.
Quando não deu mais para sustentar foi basicamente perder altura, pois estava praticamente em cima da área de pouso e pra melhorar o Ronaldo foi passando o caminho para o pouso. Não podia dar em outra, pouso perfeito. Acredito que não tenha dado mais que 10 minutos de voo.

De resto foi caminhar para o campo onde o pessoal estava nos esperando, comer um lanche e pegar a família, que estava brincando no rio, para voltar para Belo Horizonte.

Um dia perfeito. Muita natureza, excelentes pessoas, conhecendo novas pessoas e podendo voar em lugar diferente.

Que venha mais dias como esse.

Local: Rampa Cachoeira Alta - Ipoema
Quantidade de voo: 1
Tempo de voo: 10 minutos
Pouso: 100%

Total
Quantidade de voo: 10
Tempo de voo: 1 hora e 53 minutos


Foto: Flávio Valadares

Foto: Rodrigo Ribeiro/Igna Lima

Foto: Rodrigo Ribeiro/Igna Lima

Foto: Rodrigo Ribeiro/Igna Lima

Foto: Rodrigo Ribeiro/Igna Lima

Foto: Flávio Valadares

Foto: Flávio Valadares

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Nono Voo

Como o desânimo($$$) de ir pra Bahia bateu forte, o jeito foi ficar em Belo Horizonte e esperar até segunda-feira de carnaval pra ver se rolava um tempo bom pra voar e ir pra Itabira.

E segunda-feira foi muito bacana, pois meu irmão Marcos e sua noiva, Juliana, foram com a gente para mais um dia de Voo. Além da Cris que iria fazer o voo duplo com o Mestre Flávio e as crianças que sempre nos acompanha.
Já tinha conversado com o Marcos sobre o voo de parapente e ele me disse que em Juiz de Fora tem rampa. Eu estava tentando convencer ele de fazer as aulas lá. Acho que dessa vez ele anima de vez a fazer o curso.
Nesse dia foi o tempo estava muito bom. Vento constante e na rampa principal. Estava esperando isso, pois além de rolar um lift, estava doido pra tirar a inhaca da semana passada onde tomei dois tombos no pouso. Além do mais iria estrear a vela que comprei do Serjão.
É assim mesmo, quem não nasceu em berço de ouro ou ganhou na mega sena tem que comprar usado no início mesmo. O investimento inicial é alto para comprar todos os equipamentos novos, mas vale cada centavo para praticar o esporte. Já tinha comprado a selete e agora a vela. Faltam vários equipamentos ainda, mas aos poucos vou comprando.
Engatei os tirantes, fiz a revisão, controle da vela na cabeça e corri pra ganhar o mundo. Excelente saída novamente. Os treinamentos de controle que fiz estão valendo a pena.

Fiquei curtindo a Serra dos Doze e tentando subir o máximo que dava. Consegui passar duas vezes pela a rampa, mas lá estava congestionado, tava todo mundo querendo ficar lá pra consegui ficar no lift e quando me afastei um pouco perdi altura. Mas foi bom, pois consegui passar algumas vezes perto da Cris e do Flávio fazendo o voo duplo. 

Como vi que não tinha mais sustentação para ficar no lift direcionei para o pouso. Consegui ficar uns 15 minutos no lift.

Fazendo a aproximação para o pouso vejo o Flávio com a Cris e o Bruno vindo também para o pouso. Apesar de estar a frente do Flávio, ele perdeu altura mais rápido que eu e acabou aterrissando pouco antes. Deu tempo de ver a Cris caindo igual um tronco podre pra frente. Fiz a aterrissagem perfeita.

Como a Cris também fez o voo, a tarefa de fazer o resgate ficou com o Marcos. Além de ir tem que trabalhar também. :-)

Foi muito bacana a ida do meu irmão e de sua noiva. Espero ver ele mais vezes e se tudo der certo, pra voarmos junto.

Combinamos de pegar o último dia de carnaval e irmos para Cachoeira Alta em Ipoema. Que venha novas rampas.

Local: Rampa Itabira - Principal
Quantidade de voo: 1
Tempo de voo: 15 minutos
Pouso: 100%

Total
Quantidade de voo: 9
Tempo de voo: 1 hora e 43 minutos

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Sétimo e Oitavo Voo

O dia começou bem. Pulo da cama, olho para o céu e nenhuma nuvem. Sol rachando. Junto as tralhas e a família e seguimos rumo a Itabira. A intenção do dia é praticar controle na escolinha na parte da manhã e voar da rampa na parte da tarde.

Na escolinha o vento estava ideal para praticar. Vento constante e apenas algumas rajadas mais fortes que daria para aproveitar e tirar os pés do chão. Consegui fazer vários controles e vi que realmente estava precisando praticar.

Fomos para a rampa, mas o vento estava soprando com toda força na Rampa do Pesque e Pague. Como estava muito bagunçado o Mestre Flávio não me deixou voar. Nesse caso é sentar e esperar uma condição para poder voar.

Depois de muita espera chegou a minha hora. Equipamento conectado, vela na cabeça, controle realizado e correr pra voar. Em alguns momentos senti alguns solavancos, mas nada que preocupasse. A vontade mesmo é que esses solavancos fossem alguma térmica e a vela subisse. Não consegui ficar muito tempo, mas deu pra curtir uns 5 minutinhos brincando. Quando senti que não teria mais sustentação direcionei para o pouso.

Foi aí que começou o problema. Mentalizei o trajeto, direcionei, mas chegando perto do pouso perdi muita altura. Desci a favor do vento e na direção do morro. Tentei corre, mas não teve jeito. Virei Jean Claude Van Damme em Desafio Mortal. Capoeira na alta. Pernada pra todos os lados. Capote subindo a ladeira foi a primeira vez... :-)

Algumas escoriações no joelho, um monte de barro para todos os lados do corpo e o orgulho ferido. Primeiro capote desde que comecei a voar da rampa. E lá se vai os 100% no pouso. Pelo conjunto valeu 25% por não ter acontecido nada pior.

Arrumei o equipamento e Bruno avisou que eu tentaria outro voo. Minha digníssima esposa fez o resgate e partimos para uma nova tentativa.

Equipamento conectado novamente, vela na cabeça e correr pra voar. Desta vez não teve muito o que fazer foi basicamente brincar um pouco e direcionar para o pouso. Tinha menos sustentação que a primeira tentativa. Acredito que tenha dado no máximo uns 3 minutos em voo.

Mais uma vez, metalizei o pouso, direcionei contra o vento, fiz a aproximação e... estolei alto, segundo o Cleitão. Dessa vez rolou uma Capoeira de Angola. Pernas a meia altura. O locais do corpo que não tinha sujado de barro no primeiro capote, sujei no segundo.
No dia que consigo melhorar o controle piorei no pouso. Não vou mais treinar controle. Prefiro não saber controlar a vela em solo do que sair todo arranhado dos pousos. :-) Mesmo que a vontade seja de ficar mais tempo voando, os pregos são importantes para treinar tanto o saída da rampa quanto o pouso. Por isso tem que treinar os dois e ficar bom nos dois.
Nessa não teve orgulho ferido, foi ódio mesmo. Dois capotes no mesmo dia e praticamente no mesmo lugar. Tudo bem que o local não é dos melhores para pouso, mas dois capotes é sacanagem. Vou me dar 75% pelo o pouso, pois errei no momento do estol.
Nesse dia aconteceu um fato que serviu pra deixar o resto do grupo mais alerta sobre a atenção que se deve ter ao fazer as conexões do parapente. Um dos pilotos fez os engates, mas não conferiu se estava tudo correto e não viu que um dos mosquetões não fechou corretamente. Ficando um tirante preso apenas pela a ponta do mosquetão. Apesar de ser um esporte gostoso e seguro, existe o risco e precisamos estar sempre muito atento ao que estamos fazendo para que não ocorra acidentes mais graves.
Depois desse dia, o jeito é voltar pra Belo Horizonte, pensar nos erros cometidos e tomar um banho, pois tava com barro pelo o corpo inteiro.

Local: Rampa Itabira - Pesque e Pague
Quantidade de voo: 2
Tempo de voo: 8 minutos
Pouso: 50%

Total
Quantidade de voo: 8
Tempo de voo: 1 hora e 28 minutos

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Sexto Voo

Depois de muito tempo de chuva, um final de semana em que teria uma janela para fazer alguns voos.

Eu e Cleitão saímos de Belo Horizonte um pouco tarde, mas chegamos a Itabira com uma janela pequena na rampa. Para todos os lados só se via muita nuvem carregada e chuva.

Chegamos a abrir os parapentes, mas como o risco de chover estava grande decidimos recolher tudo e ir para o Restaurante Pesque e Pague aguardar a chuva parar e aproveitar para comer alguma coisa, pois tanto ele como eu estávamos apenas com café da manhã na barriga.

O único que conseguiu fazer um voo foi o Nilson, mas que passou aperto pra descer.

A chuva parou e resolvemos ir para rampa novamente, mas chuva tinha tornado a subida ainda mais difícil. Além dos buracos, a subida ficou escorregadia. Precisamos de alguns empurrões para o carro subir.

Chegamos na rampa e nada de vento. Estava pintando mais um prego em nossas vidas. Como um prego é melhor que nada, fomos de prego mesmo. 
Tive uma dificuldade grande em conseguir fazer o controle da vela na hora da saída. Precisei de uma 5 tentativas até consegui estabilizar a vela sobre a cabeça. Estou precisando de uns dias de escolinha para treinar.
Felizmente consegui sair, mas o voo não durou mais que 3 minutos. Por alguns momentos ainda tive a sensação que conseguiria ficar um pouco mais, mas não deu. Tive que direcionar para a área de pouso.

O pouso foi perfeito. Tive tempo de sobra para direcionar o parapente contra o vento e diminuir a velocidade.
Nesse dia testei a selete que o Ramom estava vendendo. Estranhei um pouco no início, pois estava voando sempre com a mesma selete que o Mestre Flávio me emprestava. Pra quem está com as condições financeiras não muito confortável no momento, essa selete veio em uma boa hora e com um preço bom. Tirando os curativos, protetor solar, hidratante emprestado da esposa para aliviar as queimaduras de sol, esse está sendo o primeiro equipamento que compro.
O dia só não foi perdido devido a esse prego, mas já sentia necessidade de praticar controle. Se tudo correr bem amanhã volto pra Itabira na parte da manhã para treinar na escolinha.

Local: Rampa Itabira - Principal
Quantidade de voo: 1
Tempo de voo: 3 minutos
Pouso: 100%

Total
Quantidade de voo: 6
Tempo de voo: 1 hora e 20 minutos


Foto: Flávio Valadares

Foto: Flávio Valadares

sábado, 12 de janeiro de 2013

Quinto Voo

Aproveitando que as crianças estão de férias estou levando a patroa para todos os lugares, mas dessa vez ela estava fazendo questão de ir para Itabira, pois tinha combinado com o Mestre Flávio o voo duplo. Ela estava mais ansiosa que eu para voar. 

Chegando na Rampa com as condições perfeitas. Vento constante e de velocidade média para o voo. Rapidamente buscamos o equipamento e me arrumei para a decolagem.

O vento na rampa estava fraco, mas assim que inflava a vela ela pegava a parte mais forte do vento e virava toda. Precisei de umas quatro tentativas para consegui colocar a vela sobre a cabeça corretamente, mas assim que consegui corri para decolar.

Nesse momento já tinha 5 parapente no ar, o Wilson também estava tentando decolar junto comigo, o Flávio ia fazer um voo duplo com um amigo dele e nada do Cleitão chegar. Nesse dia ele estava em Belo Horizonte e o relógio dele parou.

O problema maior foi que decolei sem o rádio e dessa maneira o Flávio não conseguia falar comigo. Assim que ele decolou para o voo duplo conseguimos trocar umas palavras e informei que estava tudo tranquilo.

Nesse dia a atenção especial era para o tráfego, pois haviam muitos pilotos no ar e o cuidado tinha que ser redobrado para fazer qualquer manobra.

Nesse dia explorei lugares que não tinha ido ainda, fui além do morro das pedras, e como o vento estava forte consegui por diversas vezes passar por cima da rampa.

Assim que comecei a perder altura direcionei para área de pouso. Fiz a aproximação e como estava sem vento na escolinha pousei novamente sem nem precisar correr. Outro pouso perfeito.

Logo depois que pousei vieram outros pilotos e inclusive Cleitão que consegui fazer o seu primeiro lift.

Cris veio me resgatar e teve que ficar esperando o resto da galera pra subir com a gente. Quando chegamos na rampa o Flávio achou que estava tarde e deixou o voo duplo para uma próxima oportunidade. Ela já ameaçou que na próxima oportunidade ela vai voar e eu que vou fazer o resgate.

Mais uma volta para Belo Horizonte feliz da vida. Foi sem sombra de dúvida o melhor e mais longo voo que fiz. Fiquei mais ou menos 40 minutos voando.

Local: Rampa Itabira - Principal
Quantidade de voo: 1
Tempo de voo: 40 minutos
Pouso: 100%

Total
Quantidade de voo: 5
Tempo de voo: 1 hora e 17 minutos

sábado, 5 de janeiro de 2013

Quarto Voo

Mais uma vez as condições de voo não estavam boa na hora que fomos decolar. Pouco vento e nem um pouco constante. Então fomos para o prego mais uma vez.

Qualquer voo para quem está iniciando já vale muito. Fico a semana inteira vendo se o tempo vai ser favorável no final de semana.

Eu e Cleitão tivemos que revesar o equipamento, pois ainda não temos os nossos.

A decolagem teve que ser diferente do que eu estou acostumado. Normalmente fico segurando os tirantes A e o D para fazer a inflagem, mas dessa vez o Mestre Flávio pediu que eu fizesse segurando o batoque no lugar do tirante D. Já tinha feito algumas decolagens assim na escolinha, mas não tinha feito na rampa.
Esse é uma forma de inflagem que é usada normalmente com pouco vento, pois dessa maneira não força tanto os bordos de fuga que serve como freio da vela.
Consegui fazer a decolagem depois de algumas tentativas, mas como o vento estava escasso foi praticamente voar e pousar. Não tive tempo nem de brincar direito. O Flávio me colocou pra ir direto para área de pouso.

O pouso, mais uma vez, foi perfeito. Aproximação e pouso tranquilos.
A diferença entre voar do morro na escolinha e da rampa é o tempo que você tem para pensar em como irá proceder. Na escolinha devemos ficar no ar por volta de 5 segundos. Já na rampa em voo de prego, que basicamente o que se faz na escolinha, deve dar pelo menos uns 2 minutos. Tem tempo de sobra pra analisar todas as variáveis. Deve ser por isso que tomava tanto capote. hahaha
De qualquer maneira foi um voo tranquilo e consegui praticar mais um pouco. Nesse dias nossas senhoras (Cristhina e Priscilla) estavam presente e fizeram o resgate.

Cristhina já animou a fazer um voo duplo com o Flávio e a Priscilla está criando coragem, mas acho que ela não vai resistir e vai voar também.

Local: Rampa Itabira - Principal
Quantidade de voo: 1
Tempo de voo: 2 minutos
Pouso: 100%

Total
Quantidade de voo: 4
Tempo de voo: 37 minutos